Sexta, 22 Outubro de 2021
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POLÍCIA | FORMOSA GO
03/11/2020 - 16:24
Polícia apura se jovem que estava desaparecida teve o corpo esquartejado e dado para cães comerem, em Formosa-GO
Segundo delegado, Natália Moura sumiu em 1º de outubro. Suspeita do esquartejamento surgiu após ossos serem achados, um mês depois, na zona rural. Homem visto com ela pela última vez foi preso suspeito do crime, mas nega acusações.
O Âncora GO
Polícia apura se ossada achada é de Natália, que teria sido esquartejada e dada para cachorros comerem. / Foto: Reprodução TV Anhanguera.

A Polícia Civil apura se uma ossada achada na zona rural de Formosa, no Entorno do DF, é de uma jovem desaparecida há mais de um mês. Segundo as investigações, Natália Nunes de Moura, de 26 anos, saiu para se encontrar com um homem e, desde então, não foi mais vista. A corporação acredita que ela foi morta, esquartejada e teve parte do corpo dada para cachorros comerem.

O homem com quem ela se encontrou, de 44 anos, foi preso suspeito do crime e confirmou ter se encontrado com a mulher, mas nega o crime. Ele não teve o nome revelado. Por isso, o G1 não conseguiu localizar a defesa dele.

 Natália sumiu em 1º de outubro. De acordo com o delegado Danilo Meneses, titular do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) da cidade, ela e o homem se encontraram na zona rural, em um local afastado. Depois de buscas na região, foram encontrados ossos humanos na sexta-feira (30).

"Encontramos uma parte da escápula (osso do peito) e a coluna praticamente inteira. A suspeita é que ele tenha esquartejado o corpo e dado para cachorros comerem. A forma que foi encontrado indica mordidas deste tipo de animal", disse ao G1.

O delegado afirmou que são "fortes" os indícios de que a ossada seja realmente de Natália, mas que somente a perícia poderá comprovar.

O material encontrado foi enviado para o Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia, onde passará por exames para ser identificado. A previsão é que o laudo fique pronto em até 30 dias.

O homem preso responde pelo crime de homicídio.



Fonte: G1 GO

             
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