Terça, 26 Outubro de 2021
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POLÍCIA | SÃO MIGUEL DO ARAGUAIA GO
05/11/2020 - 17:51
Ex-sogro é preso suspeito de participar da morte de pecuarista, em São Miguel do Araguaia-GO
Câmeras de segurança registraram quando Agno Rainere foi morto a tiros em frente a uma loja. A defesa do detido, que tem 70 anos, nega participação no crime.
O Âncora GO
Ex-sogro é suspeito de ter envolvimento na morte de pecuarista em São Miguel do Araguaia, Goiás. / Foto: Reprodução TV Anhanguera

Cacildo Amaral, de 70 anos, foi preso pela suspeita de ter envolvimento da morte do ex-genro, o pecuarista Agno Rainere, de 42, em São Miguel do Araguaia, no norte de Goiás. Câmeras de segurança registraram quando o pecuarista foi morto a tiros em frente a uma loja.

Em nota, a defesa de Cacildo Amaral disse que está “surpresa e indignada com a desnecessária prisão”. A defesa nega “qualquer envolvimento no fato e confia que a Justiça e a Polícia Civil de Goiás encontrarão os culpados e comprovarão que Cacildo Amaral não tem qualquer relação com o fato”.

Após a morte do pecuarista, em conversa por meio de um aplicativo de mensagens, o ex-sogro lamentou a morte de Agno e chegou a oferecer R$ 10 mil para uma campanha de recompensa para quem encontrasse os suspeitos. Segundo a mensagem, a atitude seria pelos “23 anos de convívio harmonioso” e pelo fato de a vítima fazer parte da família.

Outras três pessoas foram presas pela Polícia Civil, na manhã de quarta-feira (4), sendo uma em São Miguel do Araguaia-GO e as demais em Goiânia-GO. No entanto, a corporação não divulgou a identidade dos suspeitos nem o que teria motivado o crime. O caso segue em investigação.

Como os nomes dos demais suspeitos não foram divulgados, o G1 não conseguiu contato com a defesa deles.


PEDIDO DE JUSTIÇA

Assim que moradores souberam das prisões na cidade, muitos foram para a porta da loja do ex-sogro da vítima e gritaram por justiça. Prima de Agno, Luciane de Faria disse que, após um mês da morte, a família ainda está inconformada.

“Estamos todos abalados. Nós não conseguimos, até hoje, aceitar essa morte tão cruel. Esse assassinato que foi feito com ele”, relatou a prima.

A madrinha da vítima Kênia Lopes disse que Agno era uma pessoa que não tinha conflitos. Por sua vez, a comerciante Janete Sanches também pede justiça pela morte do amigo.


Fonte: G1 GO


             
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