Terça, 26 Outubro de 2021
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ECONOMIA | ECONOMIA MATO GROSSO
30/06/2020 - 13:25
Economia de Mato Grosso seguiu com baixo desempenho
Desempenho do estado está abaixo de registros feitos antes da pandemia
Pablo Rodrigo
Grande parte da economia de Mato Grosso nasce do agronegócio. / foto: Reprodução

A economia de Mato Grosso segue com desempenho abaixo dos valores que eram registrados antes da pandemia do novo coronavírus. As vendas formais registradas entre 11 a 15 de maio foi de -14%, se comparadas com o nível pré-crise, segundo boletim semanal da Sefretaria de Estado de Fazenda (Sefaz). 

Antes, Mato Grosso comercializava semanalmente R$ 1,299 bilhão, nesta semana a comerciação foi de R$ 1,123 bilhão, uma redução de 14% no volume tributável. Na semana anterior (entre 4 e 8 de maio) a redução havia sido de 12%, mesmo sendo pior que a semana anterior a redução não é a pior semana da crise já que entre os dias 06 e 10 de abril houve uma retração de 33% da economia, se comparado ao período pré-crise. 

A região Norte de Mato Grosso foi a responsável por R$ 361 milhões em vendas no período, seguido do Sul do estado com R$ 258 milhões, a Região Metropolitana e Baixada Cuiabana por R$ 201 milhões, R$ 124 milhões a região Noroeste, R$ 109 milhões a região Leste e R$ 69 milhões a região Oeste do estado.

Cuiabá é a cidade mais afetada pela crise do novo coronavírus, a economia da capital teve retração diária de R$ 33,4 milhões, em Rondonópolis as vendas caíram R$ 23,2 milhões por dia e a queda foi de R$ 20,7 milhões ao dia em Sorriso.

A agropecuária movimentava R$ 465 milhões antes da crise, mas na semana analisada movimentou R$ 379 milhões. Houve uma recuperação da indústria no estado, antes o setor comercializava R$ 233 milhões, no auge da crise comercializou R$ 160 milhões e na última semana comercializou R$ 231 milhões, ou seja, apenas 1% abaixo do que comercializava anteriormente.

O setor de comércio e serviços tinham volume de venda de R$ 600 milhões antes da crise, segue em recuperação lenta e na semana analisada comercializaram R$ 513 milhões, uma redução de 15% no volume de vendas do período pré-crise. As lojas de departamento e magazines venderam 92% a menos que no período pré pandemia.

             
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